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AD Alagoas / Lições Bíblicas

28/12/2020

Lição 13 - Quando Deus Restaura o Justo

Comentário da lição bíblica para o fim de semana com Pr. Jairo Teixeira Rodrigues


E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos; e o SENHOR acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía” (Jó 42.10).

VERDADE PRÁTICA

A restauração do ser humano acontece em razão do amor e da misericórdia de Deus, e não como consequência do esforço pessoal, piedade ou atos de bondade.

Introdução: Chegamos ao encerramento de mais um trimestre. Louvemos a Deus por atravessarmos um ano tão difícil. Incentivo você a não pedir nada, apenas a agradecer. DEUS se manifesta a Jó. DEUS fala com Jó. Jó reconhece seus erros e se arrepende e pede perdão. Ao orar por seus amigos Jó tem virado por DEUS seu cativeiro. O SENHOR acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía. Jó permaneceu fiel a DEUS e Satanás foi humilhado e derrotado. O Senhor, pela sua graça, amor e misericórdia restaurou Jó.

I – A HUMILHAÇÃO DE JÓ 

1. O Jó humilhado.

 Os capítulos 38, 39 e 40 revelam DEUS em sua onisciência, onipresença e onipotência e também sua sapiência em preservá-la. Com isso Jó reconheceu sua incapacidade de compreender a dinâmica da Criação e reconheceu que suas reclamações não tinham razão, já que DEUS esteve sempre presente com ele e cuidando dele. Jó percebeu que não tinha como fazer e cuidar de tudo como DEUS faz e ainda que nem mesmo podia dominar uma criatura de DEUS. Jó humilhado reconhece DEUS presente em sua vida. 

2. Reverência e submissão.

Jó reconhece o poderio de DEUS. ―Bem sei eu que tudo podes‖ (Jó 42.2). Jó reconhece que nada é impossível a DEUS. Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? ... Gênesis 18:14a Porque para DEUS nada é impossível. Lucas 1:37

DEUS afirmou que Jó não tinha conhecimento sobre Ele. ―Quem é aquele, dizes tu, que sem conhecimento encobre o conselho?" Jó reconhece que falou do que não entendia "Por isso, falei do que não entendia‖ (Jó 42.3; cf. 38.2).

Jó está repetindo o que DEUS lhe havia falado no capítulo 38. Jó reconhece não haver injustiça alguma nas ações de DEUS. Ele admite que agiu com presunção, pois não conhecia os sábios propósitos divinos.

3. Uma experiência viva com DEUS.

DEUS aparece a Jó e fala com ele. Um encontro pessoal com DEUS pode mudar completamente um ser humano, veja o caso de Paulo - E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou JESUS, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões. E ele, tremendo e atônito, disse: Senhor, que queres que faça? E disse-lhe o Senhor: Levanta-te e entra na cidade, e lá te será dito o que te convém fazer. Atos 9:5,6 Jó agora passa a ter uma posição de total submissão a DEUS, perdoa seus amigos e reconhece DEUS como santo, justo e poderoso.

Jó agora se dirige a DEUS como falando diretamente a DEUS, na presença de DEUS e

 não falando sobre DEUS..―Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos‖ (Jó 42.3). Jó agora é íntimo de DEUS. É mudança radical. Nada como uma experiência pessoal com DEUS. Adoração é intimidade. é diálogo - falamos e escutamos DEUS falar conosco.

II – A INTERCESSÃO DE JÓ

1. A ira de DEUS.

DEUS se ira com heresias. DEUS fala com Elifaz, o temanita: ―A minha ira se acendeu contra ti, e contra os teus dois amigos; porque não dissestes de mim o que era reto, como o meu servo Jó.‖ (Jó 42.7).

Vemos que DEUS não se irou com Eliú, talvez devido a sua pouca idade e também porque le não falou coisas erradas sobre DEUS, somente sobre Jó.

Os amigos de Jó associaram o seu sofrimento a algum pecado cometido por ele sem arrependimento do mesmo. 

- No sofrimento do justo, sempre há um propósito divino que não se pode impedir de ser realizado. Nesta introspeção, Jó elimina todo e qualquer sentimento de autossuficiência e a prova obtém o seu objetivo. Deus, então, faz passar o cativeiro de Jó quando ele orava pelos seus amigos.

- Deus encerrou a segunda série de perguntas, inquirições que se seguiram à declaração de Jó de que nada era e que nada responderia, pois se tratava de alguém vil e que deveria ficar calado (Jó 40:4), o que, como vimos anteriormente, era insuficiente.

- Deus não queria apenas que Jó se calasse, mas que reconhecesse que Deus tinha o direito de prová-lo e de que o homem não pode querer contender com Deus quando submetido a uma prova, cujos propósitos sempre são favoráveis e bons para aquele que O servem.

- Jó, então, após a segunda série de perguntas, atinge o patamar desejado pelo Senhor. Reconhece que Deus é soberano, mas, neste reconhecimento, admite que Deus tem Seus planos e que deles não deve prestar contas a pessoa alguma.

- Deus tem os Seus planos, que se realizam sem que pessoa alguma possa impedi-los. Deus tem os Seus planos e os homens não devem contender quando Ele os pratica, mas tão somente a eles se submeter e confiar que o melhor está acontecendo para o que é alvo do plano divino. “Bem sei eu que tudo podes e que nenhum dos teus planos podem ser impedidos”(Jó 42:1). Com esta confissão, Jó humilhava-se diante de Deus no patamar desejado, abandonava completamente a “pontinha de autossuficiência” que poderia ameaçar a sua vida espiritual e cumprir o propósito divino para sua vida.

- Jó reconhece que Deus está acima dos nossos pensamentos ou dos nossos projetos e que não podemos querer indagar-Lhe ou pedir que preste contas a nós. O patriarca é claro ao afirmar que os desígnios divinos não são nossos e não podem ser alvo de nosso interesse. Diante de Deus, somos ignorantes, ou seja, pessoas que não têm o conhecimento de Deus, nem o podem ter. Por isso, Jó afirma que, ao exigir que Deus viesse ao Seu encontro para explicar a situação, para lhe fazer entender o seu sofrimento apesar da sua retidão, “fava do que não entendia” (Jó 42:2).

- O verdadeiro servo de Deus age como Jó, ou seja, reconhece que tratar dos desígnios divinos, tratar dos projetos de Deus, tentar perscrutar as razões de Deus estar agindo ou ter agido desta ou daquela maneira é falar do que não se pode entender, é, em última instância, ocupar indevidamente a posição que só cabe ao Senhor.

- Como seria interessante que muitos de nós agíssemos com esta mesma consciência que Jó adquiriu e, de preferência, antes que passássemos por um estágio dolorido como o sofrido pelo patriarca. Bem ao contrário do patriarca, há, hodiernamente, muitas pessoas que se colocam no lugar de Deus e passam a julgar os outros, a ditar ordens ao Senhor ou até a estabelecer projetos para as suas vidas e para as vidas dos semelhantes, sem sequer perguntar se esta é a vontade de Deus para nossas vidas. Que possamos nos pôr no lugar de servos e que reconheçamos, sempre, que não podemos, de forma alguma, falar do que jamais poderemos entender.

- Os planos de Deus não podem ser impedidos, mas jamais podem ser entendidos na Sua plenitude. Esta é uma verdade que devemos sempre ter em mente na nossa vida espiritual. Tudo o que Deus permite que saibamos dos Seus planos e projetos em nossa vida não é fruto de qualquer direito que tenhamos, mas é fruto da Sua imensa misericórdia que o Senhor tem para conosco. É fruto de revelações que o Senhor, por Sua infinita graça, permite que sejam feitas aos Seus servos. São segredos (Cf. Am.3:7), ou mistérios (Cf. Mt.13:11), ou seja, são coisas que, por sua natureza, não são para ser reveladas, mas que se encontram à disposição dos servos do Senhor em virtude da bondade do Senhor que nos fez mais do que Seus servos, Seus amigos, gerando, assim, um ambiente de intimidade que faz com que tenhamos acesso a estas notícias 9 Jo15:15).

- Mas essa intimidade não chega ao ponto de subversão da relação Deus-homem e, por isso, não exclui, em hipótese alguma, o senhorio de Cristo sobre nossas vidas. Eis o grande erro das falsas doutrinas d confissão positiva e da teologia da prosperidade, que pensam que intimidade com Deus signifique submissão de Deus aos nossos caprichos ou conceitos. Jó deixa bem claro que o homem, mesmo o homem salvo e que tem intimidade com Deus, jamais pode deixar de ser homem, mantendo uma posição de submissão, de aprendizado e de humildade diante do Senhor ( Jó 42:4-6).

- Mesmo estando na dispensação da graça, onde temos livre acesso ao trono de Deus (Hb.4:16; 10:19-23), nem por isso deixamos de ser servos e Deus, o Senhor. Jesus sempre fez questão de dizer que temos de ser Seus discípulos (Lc.14:26,27,33; Jo.8:31) e que Ele é o Mestre e Senhor (Jo.13:13).

- Ao invés de obter de Deus alguma satisfação, como pedira antes, em meio aos seus discursos, Jó pede ao Senhor que Este lhe dê ouvidos e que, depois, possa ensiná-lo. Que maravilhoso é ao homem quando este se dispõe a aprender do Senhor e não Lhe dar ordens ou determinações. Jesus mandou-nos que aprendêssemos d’Ele, que é manso e humilde de coração (Mt.11;29). Será que temos querido aprender do Senhor ou estamos nos achando autossuficientes e tão sabidos que não mais precisamos frequentar as aulas do Mestre?

III – A RESTAURAÇÃO DE JÓ

1. Restauração moral e espiritual.

Jó mudou moralmente

Jó reconhece seu erro.- Jó 42.3 - Por isso, falei do que não entendia; coisas que para mim eram maravilhosíssimas, e que eu não compreendia.

Jó se vê pecador e se arrepende - Jó 41.6 - Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza.

Jó cresceu espiritualmente.

Jó antes só sabia o que tinha ouvido a respeito de DEUS, agora tem contato direto com DEUS - Jó 42.5 - Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te veem os meus olhos.

Não há uma teologia da retribuição no Livro de Jó, onde o ímpio é sempre punido e o justo sempre recompensado. A mensagem de Jó é diametralmente oposta a esse princípio. A lição moral e espiritual do livro é que DEUS abençoa os homens porque os ama e não porque estão envolvidos numa troca de favores em que prevalece uma barganha espiritual.

Observemos que a restauração de Jó se iniciou no interior da alma do patriarca, quando ele reconhece que nada é diante do Senhor (Jó 42:6); depois, parte para uma demonstração exterior, mas ainda espiritual, através da ministração do sacrifício em favor de seus amigos, que testificam uma experiência com Deus (Jó 42:9); a seguir, Jó, cremos nós, enquanto orava pelos seus amigos, foi instantaneamente curado de sua chaga, uma evidência exterior de que cessara seu sofrimento (Jó 42:10); em seguida, Jó é visitado pelos seus familiares, o que significa a reabilitação social do patriarca, com a criação de um fundo patrimonial, base para o início da nova opulência de Jó (Jó 42:11) e, ao longo dos anos, Deus reconstrói a família de Jó, que, com sua mulher que nunca lhe abandonou, tem outros dez filhos. Do interior para o exterior: assim atua o Senhor na vida dos homens.

-Não se trata, propriamente, de uma restauração, mas de um desenvolvimento espiritual. Ao reconhecer que Deus é soberano e que não lhe devia satisfação, Jó cresce espiritualmente e atinge o propósito divino para a prova. Era isto que Deus queria de Jó, uma submissão total e completa à Sua vontade. Este é o ponto primordial, é o objetivo de Deus para a vida de cada ser humano. Por isso, não podemos aceitar os ensinamentos da confissão positiva e da teologia da prosperidade, que invertem o que Deus estabeleceu, o que é inadmissível, pois Deus nos manda a buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça (Mt.5:33), a buscar as coisas de cima (Cl.3:1), nunca devendo nos desviar deste alvo que nos foi colocado quando da nossa chamada pelo Senhor (Fp.4:14).

- A restauração de Jó física, ou seja, a de sua saúde. A integridade física e a saúde do homem é algo com que Deus muito Se preocupa. Com efeito, nosso corpo é templo do Espírito Santo e a saúde é algo bem caro aos homens, tanto que Deus manifesta Seu poder aos homens, comumente, através de curas, pois se trata de assunto que sempre desperta a atenção do ser humano. Jó foi curado de sua chaga e cremos que isto se tenha dado no instante em que orava pelos seus amigos, embora alguns estudiosos entendam que isto se tenha dado antes, no momento mesmo em que Jó se arrependeu e se humilhou (Jó 42:6). Esta ordem de prioridades na restauração do patriarca é uma importante lição para nós: devemos cuidar de nossa saúde, o bem terreno mais precioso que temos da parte do Senhor, depois da vida.

- A restauração de Jó social. O homem não pode viver só (Gn.2:18). Curado de sua doença, não havia mais obstáculos para o pleno restabelecimento da vida conjugal com sua mulher, mulher que, embora tenha sido infeliz em uma de suas expressões, não abandonou o marido, conforme podemos deduzir de todo o texto bíblico, já que Jó considerava um erro a poligamia (Jó 31:1) ou a mudança de cônjuge (Jó 31:10,11). Em seguida, restabelecida a família, Jó é reinserido na sociedade, pois é visitado pelos seus parentes, que lhe dão, inclusive, presentes (Jó 42:11). No Oriente, a realização de festa ou a visita de todos a alguém tinha, e até hoje tem, o significado de uma deferência social, de um reconhecimento perante a sociedade. Esta restauração mostra, claramente, que o crente, embora não compartilhe dos valores mundanos, não pode querer viver isolado do mundo. Jesus, expressamente, disse que não pediria para que os Seus servos fossem tirados do mundo, mas tão somente libertos do mal (Jo.17:15). Esta é a prova evidente de que devemos estar no mundo, participar de seu cotidiano e, com as nossas boas obras, trazer muitos para a salvação em Jesus Cristo.

- A restauração de Jó psicológica. Ao comparecerem para a festa, os parentes de Jó vieram hipotecar solidariedade ao patriarca. Vieram fazer o que os amigos de Jó tinham apenas intentado mas fracassaram, ou seja, consolá-lo e condoer-se com ele (Jó 42:11). Poderão muitos objetar que, agora que Jó estava são, não haveria de que se condoer ou do que consolá-lo, que estes parentes estavam atrasados e que, no momento da necessidade, Jó não tinha tido o auxílio deles. Entretanto, Jó, se estava espiritualmente fortalecido, sadio e com sua mulher novamente ao seu lado, sentia a falta de seus filhos, a quem amava e que haviam partido para sempre, como também ainda desfrutava de uma situação financeira precária. As experiências dolorosas sofridas deixam rastros, traumas, consequências que não se dissipam facilmente. O patriarca precisava, sim, de consolação, da solidariedade e do afeto daqueles que lhe eram próximos e Deus, sabedor disto, criou as circunstâncias para que ele pudesse ser restaurando também sob este ponto-de-vista.

- A restauração de Jó financeira. Bem observemos que o que os teólogos da prosperidade colocam em primeiro lugar na ordem de suas preocupações foi algo trazido de volta por Deus a Jó em outra ordem de prioridade e, o que é mais importante, de forma paulatina e com a colaboração inestimável do patriarca. Na mencionada festa, os parentes de Jó trouxeram presentes ao patriarca, que serviu de fundo inicial para a reconstrução da riqueza. O texto bíblico diz-nos que o patriarca recebeu uma peça de dinheiro e um pendente de ouro (Jó 42:11) e que, por bênção de Deus, teve o dobro de tudo quanto dantes possuía (Jó 42:12). Como tornou uma peça de dinheiro e um pendente de ouro recebido de cada parente que o visitou em quatorze mil ovelhas, seis mil camelos, mil juntas de bois e mil jumentas? A resposta é uma só: com trabalho, Jó soube aproveitar a bênção que se lhe deu e fazer com que aquele fundo patrimonial lhe rendesse. A prosperidade material, quando desejada por Deus a um servo Seu, não vem senão dentro dos princípios éticos estabelecidos pelo Criador a este mundo, ou seja, mediante o trabalho, algo bem diverso da mágica preconizada pelos teólogos da prosperidade.

- A restauração de Jó familiar. Jó não só manteve seu casamento como também teve outros dez filhos, sete filhos e três filhas, ou seja, uma prole semelhante àquela que havia perdido. Com esta restauração, que, muito provavelmente envolveu até um milagre para que a mulher de Jó pudesse voltar a ter filhos, o Senhor mostrar, para todos os Seus servos de todos os tempos, que o adversário não tem poder para destruir a família enquanto instituição divina. A restauração foi completa e isto serve de alento, em momento tão difícil pelo qual passa a instituição da família, para que nós, pais, esforcemo-nos para zelar pela integridade espiritual da família para não permitirmos o mal que sobreveio para a família de Jó. Deus, ademais, ainda deu filhas para Jó que se destacavam pela sua beleza e entendemos que não somente beleza física, mas as filhas do patriarca tiveram tanto destaque que Jó, contrariando os costumes de seu tempo, acabou repartindo a herança também entre as filhas, numa evidência maior do que Jó estava, agora, totalmente submisso à vontade de Deus, agindo de acordo com outro princípio divino, que é o da igualdade entre homem e mulher (Gn.1:27;2:23), princípio que foi deturpado com o pecado (Gn.3:16).

CONCLUSÃO:

Estudamos neste trimestre sobre Jó. Aprendemos muito com este servo de DEUS. Paciência, Sinceridade, Dignidade, Integridade, Temor de DEUS, Fidelidade, Desvio do mal (Jó 1.1).

No entanto, o que é importante observar é que Jó não teve apenas uma vida longa, mas uma vida de qualidade. A Bíblia fala-nos que Jó morreu, velho e farto de dias (Jó 42:17), ou seja, uma vida abundante, uma vida de qualidade, uma vida que valeu a pena ser vivida. Muitos pensam, atualmente, em uma vida de muita prosperidade quantitativa, mas não se preocupam em ter uma vida de qualidade. Deus, pelo contrário, quer nos dar uma vida feliz, uma vida que valha a pena ser vivida. É corriqueiro no meio do povo de Deus vermos, nos esquifes, semblantes de servos fiéis que, apesar até da pobreza material, demonstram paz, satisfação, ou seja, revelam terem vivido uma vida de qualidade, uma vida de comunhão com Deus. É este o final feliz que Deus reserva a cada um dos Seus servos (Dn 12:13).



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