20 de outubro de 2020
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AD Alagoas / Lições Bíblicas

19/09/2020

Lição 12 - Esdras e Neemias Combatem o Casamento Misto

Comentário da lição bíblica para o fim de semana com Pr. Jairo Teixeira Rodrigues


Texto Base: Esdras 9:1-4; Neemias 13:23-26; 9:38; 10:1,29,30 


Introdução: Nesta lição aprenderemos que o casamento misto, foi uma das grandes dificuldades enfrentadas pela liderança de Esdras e Neemias na restauração de Jerusalém; veremos também quais consequências estes casamentos trouxeram para a nação de Israel; e por fim, responderemos à luz do Novo Testamento, aos principais questionamentos sobre o casamento misto. 

I. ESDRAS E NEEMIAS COMBATEM O PERIGO DO CASAMENTO MISTO
Deus havia proibido o casamento de um judeu com uma pagã (Dt.7:2-4; Êx.34:16; Js.23:12,13), e a desobediência à essa ordem era um ato de rebelião contra Deus. Por que Deus fez essa proibição? Porque Ele, na sua presciência, sabia e sabe que o povo se contamina facilmente com a idolatria, que é adultério espiritual, que é abominação aos Seus olhos, e Ele quer que seu povo seja santo e exclusivo para Ele. Deus agiu dessa maneira puramente por amor ao seu povo. A história de Israel registra vários exemplos das consequências nefastas do casamento misto. Cito aqui dois exemplos emblemáticos de dois grandes reis de Israel: Salomão, filho de Davi, rei de Israel. Esse rei, que Deus apareceu a ele e o abençoou sobremaneira, e que deu a ele o privilégio de construir o grande Templo em Jerusalém, contaminou-se por causa dos casamentos com mulheres pagãs; elas perverteram seu coração, e ele passou a seguir os seus deuses estranhos (cf.1Rs.11:1-9). Como consequência do seu pecado, no reino de seu filho Roboão, as dez tribos do Norte separaram-se e constituíram-se em um reino independente sob a liderança de Jeroboão (1Rs.12:16-19), um dos piores reis idólatras da história de Israel. 
O futuro dessas tribos foi devastador. Ø Acabe, rei de Israel. Esse rei casou-se com uma princesa sidônia, por nome Jezabel (cf.1Rs.16:31). Jezabel fortaleceu o culto a Baal em Israel, e perseguiu de forma implacável os profetas de Deus (1Rs.18:4). Deus teve que esconder seus profetas da insanidade de Acabe, o qual, por causa de sua embriaguez na idolatria, tinha perdido o temor ao Senhor e queria apagar definitivamente tudo o que se relacionava com o Deus de Israel. 
1. A ira e a reação de Esdras (Ed.9:2,3) 
2.porque tomaram das suas filhas para si e para seus filhos, e assim se misturou a semente santa com os povos destas terras, e até a mão dos príncipes e magistrados foi a primeira nesta transgressão. 
3.E, ouvindo eu tal coisa, rasguei a minha veste e o meu manto, e arranquei os cabelos da minha cabeça e da minha barba, e me assentei atônito. O povo de Israel recebeu advertências enérgicas de não se misturar com as nações pagãs e idólatras que habitavam em Canaã (Dt.7:1-5). Deus tinha dado a seguinte ordem: “Não faças concerto com os moradores da terra, nem tomeis das suas filhas para os teus filhos (Êx.34:11-16; Dt,7:3,4). Por este motivo, o sacerdote Esdras ficou perplexo, quando tomou conhecimento de que o povo, depois de haver voltado do exílio, tomava mulheres dos povos gentílicos em redor, misturando a semente santa. Esdras chorou, rasgou os seus vestidos, sua capa, e arrancou os cabelos, tanto de sua barba como de sua cabeça, e assentou-se pasmado na praça. Ele buscou com profunda dor a ajuda de Deus, reconhecendo que o povo, com esta atitude, havia deixado os mandamentos, violando-os (Ed.9:1-14). 
Na hora do sacrifício da tarde, Esdras dobrou seus joelhos diante do povo, e orou a Deus (Ed.9:6-15). E todo povo chorou com grande choro (Ed.10:1). Deus havia escolhido Israel para ser o Seu povo, separado para Ele (ler Dt.7:6-11); não o escolheu por ser mais numeroso (era o menor de todos os povos), escolheu-o simplesmente porque o amava e desejava que lhe obedecesse em todas as coisas, inclusive não promovendo matrimônios com pessoas fora da sua linhagem. Neemias, também, ficou perplexo diante desta quebra de aliança. Ele usou como exemplo os erros de Salomão para advertir o povo (Ne.13:26). Se um dos maiores reis de Israel caiu por causa da influência dos incrédulos, outras pessoas também poderiam cair. Sob a influência de suas mulheres estrangeiras, Salomão construiu altares aos deuses estranhos, caindo assim no pecado da idolatria (ler 1Rs.11:6-8). Uma propensão ao pecado deve ser rapidamente reconhecida e tratada; caso contrário, ela pode nos dominar e derrubar. Portanto, devemos ter cuidado com as uniões que vão de encontro aos princípios estabelecidos por Deus ao seu povo, exarados na Bíblia Sagrada.          
2. O efeito da atitude de Esdras foi imediato. A atitude de Esdras – oração e confissão, fazendo do pecado do povo seu próprio pecado – motivou o povo a lamentar com grande choro. Falando em nome do povo, Secanias confessou o pecado de Israel e lembrou a Esdras que ainda havia esperança, caso o povo despedisse todos os cônjuges e filhos estrangeiros. Em seguida, sugeriu que Esdras propusesse uma aliança para despedirem todas as mulheres estrangeiras e seus filhos (Ed.10:1-5). “Agora, pois, façamos concerto com o nosso Deus, de que despediremos todas as mulheres e tudo o que é nascido delas, conforme o conselho do Senhor e dos que tremem no mandado do nosso Deus; e faça-se conforme a Lei” (Ed.10:3). Os sacerdotes, os levitas e todo o Israel concordaram com a aliança nacional de arrependimento e juraram (Ed.10:1-5). “Levanta-te, pois, porque te pertence este negócio, e nós seremos contigo; esforça-te” (Ed.10:4). 
3. O arrependimento do povo Todo o povo foi convocado a ajuntar-se em Jerusalém para uma cerimônia pública de confissão (Ed.10:6-8). Aqueles que se recusassem a comparecer dentro de três dias e não aceitassem a determinação perderiam seus bens e seriam excomungados. Com apenas três dias para atender ao chamado, todos os homens de Judá e Benjamim correram a Jerusalém. Nem mesmo o tempo ruim os impediu, pois a questão era gravíssimo e haveria resultados muitos piores caso não fosse atendida. Depois que todo o povo se reuniu, Esdras falou à congregação e apontou a transgressão (cf. Ed.10:9-11). “Vós tendes transgredido e casastes com mulheres estranhas [...] fazei confissão ao SENHOR [...] apartai-vos [...] das mulheres estranhas”. “Assim seja; conforme as tuas palavras, nos convém fazer” (Ed.10:10-12). Então, toda a congregação reconheceu prontamente que havia desobedecido à Lei de Deus. Contudo, por causas das grandes chuvas e da quantidade de pessoas envolvidas, o povo sugeriu que os casos fossem tratados individualmente, cidade por cidade. Juízes foram designados para tratarem desses problemas, e, em menos de duas semanas, teve início o inquérito. 
A investigação foi concluída em três meses (Ed.10:12-17). A única maneira de restaurar a aliança quebrada é uma volta à Palavra de Deus. A restauração recomeçou quando o livro de Moisés foi aberto. Sem profecia o povo se corrompe. Sem a Palavra de Deus, o povo perde o caminho. Não há restauração sem volta às Escrituras. Hoje a maior necessidade da Igreja evangélica é uma volta profunda à Palavra. Carregamos a Bíblia, estudamo-la, mas não a colocamos em prática. 
4. A visão de Esdras, era a visão de Deus - a proteção da família Esdras visava proteger a família de Deus. Ele tinha consciência de que a mistura com os povos circunvizinhos e suas abominações era grave violação aos mandamentos do Senhor e comprometia toda a missão deixada a Israel pelo Senhor (Ed.9:11-15). Se a família é o ambiente estabelecido por Deus para que venhamos a cumprir os propósitos divinos para a humanidade, como podemos construir uma família sem observar a vontade do Senhor? Como podemos constituir uma família fora dos parâmetros estatuídos por Deus? Como poderemos criar um ambiente propício à adoração ao Senhor, se não Lhe formos obedientes na própria constituição da família? A lei de Moisés era claríssima quanto aos parâmetros que deveriam ser seguidos pelos judeus na constituição de famílias. 
Em Êx.23:32 e 34:15,16 o Senhor proibiu que os israelitas fizessem concerto com os povos das terras, e, principalmente, que houvesse casamento entre israelitas e gentios, visto que o casamento é um dos mais solenes concertos e comprometimentos que pode haver entre duas pessoas. A razão de ser desta proibição não tinha qualquer base étnica; não se estava a defender uma “etnia pura” ou uma superioridade da parte de Israel. O objetivo dessa regra divina era estritamente espiritual: “e tomes mulheres das suas filhas para os teus filhos, e suas filhas, prostituindo-se após os seus deuses, façam que também teus filhos se prostituam após os seus deuses” (Ex.34:16). O Senhor mostrava a Israel que, a partir do momento que se formassem famílias entre israelitas e gentios, a mistura faria com que os israelitas deixassem de servir ao Senhor, porque, diante do compromisso estabelecido no casamento, certamente se envolveriam com os deuses dos povos das terras, deixando, pois, de servir a Deus e de ser “a nação sacerdotal e o povo santo” que os israelitas haviam se comprometido em ser na aliança do Sinai (Ex.19:5,6). 

II. O CONCERTO NOVAMENTE FOI QUEBRADO. 

Muitas vezes, o povo de Israel fez promessas solenes e as quebrou. No capítulo 10 de Esdras, vemos um grande avivamento espiritual quando o povo fez uma aliança com Deus, extinguindo toda mistura com o mundo que poderia levar a contaminação do povo de Deus. Mas, 24 (vinte quatro) anos depois, o concerto foi quebrado. No capítulo 13 de Neemias, vemos as promessas firmadas diante de Deus sendo quebradas. Com a ausência de Neemias, sem sua firme liderança espiritual, o sacerdócio se corrompeu e o povo quebrou a própria aliança que havia feito com Deus. Cyril Barber fez o seguinte comentário sobre essa situação: “Neemias permanece na Babilônia por doze anos. Durante a sua ausência, o partido da oposição, composto do sumo sacerdote e sua família, mais os cidadãos influentes da cidade, desprezaram a política separatista de Neemias a favor de menos restrições, diálogo aberto com o samaritanos, e a remoção de influências inibidoras” (BARBER, Cyril J. Neemias e a dinâmica da liderança eficaz).. 
1. A deplorável situação espiritual do povo de Israel O capítulo 13 de Neemias relata a deplorável situação que Neemias encontrou quando retornou a Jerusalém para exercer seu segundo mandato de governador. Ao chegar, Neemias havia encontrado Tobias morando numa câmara grande no Templo, como também a profanação do sábado. Além disso, ele deu conta de um outro abuso que se instalara durante a sua ausência: os casamentos mistos, que comprometiam a própria existência do povo judeu. “Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas” (Ne.13:23) Ele viu que os judeus tinham se casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas, cujos filhos falavam meio asdodita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua de cada povo (Ne.13:23). Este problema não surgira somente agora, quando Neemias retornava para seu segundo mandato de governador. Na verdade, 24 (vinte quatro) anos antes, conforme já comentamos anteriormente, foi este um problema que havia sido detectado por Esdras quando fora mandado por Artaxerxes para ensinar a Lei do Senhor. 
Com efeito, quando lemos o capítulo 9 do livro de Esdras, notamos que, assim que ele chegou a Jerusalém, doze anos antes da primeira chegada de Neemias, os príncipes disseram a Esdras que o povo de Israel, os sacerdotes e os levitas não se tinham separado dos povos daquelas terras, seguindo a sua abominação, casando com os gentios, misturando a semente santa com os povos das terras, tendo sido os príncipes e magistrados os primeiros transgressores (Ed.9:1,2). Ao saber daquela situação, como já comentamos anteriormente, Esdras desesperou-se, rasgou seus vestidos e arrancou os cabelos da sua cabeça e da sua barba, ficando atônito, levando-o à oração intercessória ao Senhor e convencendo o povo a abandonar esta prática, implicando num verdadeiro avivamento em Judá (Ed.9:3-10:44). No entanto, pelo que se extrai do texto sagrado, alguns judeus, que moravam entre os estrangeiros, não seguiram esta orientação; esses judeus eram os mesmos que fizeram oposição à obra de Deus durante a construção dos muros e portas de Jerusalém (Ne.4:12). O fato é que, ausentando-se Neemias de Jerusalém, esses judeus, que habitavam entre os estrangeiros, certamente estimulados pelo péssimo exemplo dado pelo sumo sacerdote Eliasibe, que se aparentou com Tobias e até lhe entregou a câmara grande do Templo, vieram também morar em Jerusalém, com suas famílias mistas, cujos filhos nem sequer falavam a língua aramaica, então utilizada pelos judeus, falando meio asdodita, meio amonita e meio moabita, sendo um verdadeiro “corpo estranho” que estava a comprometer toda a espiritualidade do povo judeu. 
2. A intenção do inimigo é a destruição da família segundo o modelo estabelecido pelo Senhor O inimigo se infiltrara de forma sutil no meio do povo judeu após a ausência de Neemias. -Primeiro, ocorreu o casamento misto dentro da família sacerdotal (Ne.13:28). Este tipo de procedimento foi um golpe que quase atingiu fatalmente o coração da religião judia. Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalá, o grande inimigo dos judeus (Ne.13:28). Esse tipo de parentesco faria com que o serviço do Templo fosse prejudicado e, desta maneira, toda a adoração a Deus ficaria prejudicada, fazendo cessar o culto ao Senhor. Havia regulamentos especiais que governavam o casamento dos sacerdotes (Lv.21:6-8,13,14; Dt.23:8-11). -Em seguida, o inimigo conseguiu que a principal marca de identificação do povo de Judá como povo de Deus, o sábado, fosse igualmente prejudicada, usando de estrangeiros que vinham enriquecer-se neste dia, arrastando após si também os judeus. 
Por fim, o inimigo fez com que os judeus que habitavam entre os estrangeiros e que haviam se casado com os povos das terras, trouxessem de novo, para o meio de Judá, essas famílias mistas, totalmente descomprometidas com Deus e com a Sua Lei, tanto que os filhos nem sequer falavam a língua utilizada pelo povo judeu. Com todas estas artimanhas, o inimigo estava, mais uma vez, a perseguir o seu alvo, que era tão somente a destruição do povo judeu, que, caminhando como estava, em pouco tempo se misturaria com os povos das terras e perderia a sua identidade de “propriedade peculiar de Deus entre os povos”. Notamos, assim, que uma das mais importantes armas do inimigo para a destruição do povo de Deus é a destruição da família segundo o modelo estabelecido pelo Senhor. A família é uma instituição divina, criada pelo próprio Deus, para ser o ambiente propício para que o homem tenha comunhão com o seu Senhor (Gn.1:27,28; 2:18,21-24). 
A família é a “célula mater” da sociedade, ou seja, não há sociedade, não há povo que se forme sem que seja por intermédio da família, que foi especialmente criada por Deus para ser o cerne, a base da própria humanidade, o ambiente pelo qual o homem pode cumprir o propósito estabelecido pelo seu Criador. Ora, se a família for destruída, se não for constituída segundo os parâmetros estatuídos pelo Senhor, não haverá como o homem cumprir os propósitos almejados por Deus a ele e, deste modo, toda a missão da humanidade estará comprometida e a perdição é certa. Não é por outro motivo que o inimigo do ser humano, o diabo, tem se esforçado para lançar seus dardos inflamados contra a família, pois, em um só golpe, atacará todo o projeto de Deus para o homem. O casamento é considerado um pacto entre duas pessoas e Deus (Pv.2:17; Ez.16:8; Ml.2:14). Assim, o casamento misto corrói a própria base do casamento. O lar deve ser a base da sociedade, a estrutura sobre a qual uma nação se constrói. Paulo, em 2Coríntios 6:14-17, fala da inconveniência da aliança entre crentes e incrédulos. Antônio Neves de Mesquita acentua o fato dramático de que os casamentos mistos são a ruína de muitos jovens em nossas igrejas. 

III. UMA PALAVRA SOBRE COMO DEVE SER O CASAMENTO DO CRENTE
Alguns dos membros da igreja que estava em Corinto haviam sido salvos depois de se casarem, mas os respectivos cônjuges ainda não haviam se convertido a Cristo. Paulo respondeu que deviam permanecer com os cônjuges não convertidos, enquanto estes (não crentes) assim consentissem (1Co 7.12,13). A salvação não altera o estado civil, pelo contrário, deve intensificar a relação matrimonial, como bem aconselhou o apóstolo Pedro para esposas de maridos não cristãos (1Pd 3.1-6). Uma vez que o casamento é, basicamente, um relacionamento físico, tornandose os dois uma só carne (Gn 2.24), só pode ser rompido por uma causa física, como o adultério ou a morte (Mt 19.9; 1Co 7.39; Rm 7.2). Paulo enfatiza o fato de que o cônjuge cristão pode exercer uma influência espiritual sobre o cônjuge não salvo (1Co 7.14). Isto não significa que o descrente sofra uma mudança moral ou espiritual. A expressão “é santificado” não pode significar santo em Cristo perante Deus, porque este tipo de santidade não pode ser atribuído a um descrente. O apóstolo usa o termo santificado aqui com um significado cerimonial, e não em um sentido ético ou espiritual (BEACON, 2006, p.298). 
Destacamos também que esta passagem. não ensina que o cônjuge incrédulo é salvo por causa do cônjuge cristão, uma vez que cada pessoa deve aceitar a Cristo individualmente (1Co 7.16; Jo 3.16). Antes, significa que o cristão exerce uma influência espiritual no lar que pode conduzir à salvação do outro.Os casamentos mistos continuam a ser um “grande mal” e uma “prevaricação contra o Senhor”. Deus não mudou, amados irmãos! Conscientizemo-nos disto e ensinemos as pessoas solteiras da Igreja Local a respeito desta verdade bíblica, para que não haja a formação de famílias que gerem pessoas totalmente descomprometidas com Deus. 

CONCLUSÃO: Àqueles que querem formar uma família, conscientizem-se de que uma escolha precipitada, olhando somente para o que está diante de seus olhos, pode impedir que recebas aquele ou aquela que Deus tem preparado para ti. Entregue, pois, a tua vida e o teu futuro a Deus, pois somente Ele conhece a pessoa certa para você. Deus, que trouxe a companheira para Adão (Gn.2:22), poderá fazer isto por ti. Espera pois no Senhor! A palavra final para quem quer casar é ESPERA NO SENHOR(Sl 40:1).



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