06 de abril de 2020
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AD Alagoas / Lições Bíblicas

21/03/2020

LIÇÃO Nº 12 – JESUS, O HOMEM PERFEITO

Comentário da lição bíblica para o fim de semana com Pr. Jairo Teixeira Rodrigues


INTRODUÇÃO:

JESUS JAMAIS USOU DE SUAS PRERROGATIVAS DIVINA. SE O FIZESSE NÃO PODERIA EXECUTAR O PLANO DIVINO DE REDENÇÃO QUE TINHA QUE SER REALIZADO POR UM HOMEM, NA TERRA. Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz. Filipenses 2:6-8. JESUS deu-nos o exemplo, como homem precisou do poder do Espírito Santo. O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor. Lucas 4:18,19. A Declaração de Fé das Assembleias de DEUS no Brasil, quanto à humanidade e divindade de JESUS CRISTO, expressa claramente: “A Bíblia ensina tanto a divindade como a humanidade de CRISTO. „E todo o espírito que confessa que JESUS não veio em carne não é de DEUS‟ (1 Jo 4.3). A humanidade de CRISTO está unida à sua divindade, pois Ele possui duas naturezas, e essa união mantém intactas as propriedades de cada natureza, o que está claramente expresso no seu nome EMANUEL” (p.51). Embora seja uma doutrina clássica do Cristianismo, ainda é possível encontrar quem negue a humanidade de JESUS ou sua divindade. Essas pessoas comentem o erro básico de selecionar ou isolar um aspecto somente da natureza de JESUS. Nesse sentido, a nossa declaração não deixa dúvidas quando as duas naturezas, a humana e a divina, de CRISTO, o nosso Senhor.

Exemplo de JESUS como DEUS -

No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com DEUS, e o Verbo era DEUS. Ele estava no princípio com DEUS. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. João 1:1-3

Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que DEUS era seu próprio Pai, fazendo-se igual a DEUS. João 5:18

Disse-lhes JESUS: Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou. João 8:58.

Eu e o Pai somos um. João 10:30

Exemplo de JESUS como Homem -

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em CRISTO JESUS, que, sendo em forma de DEUS, não teve por usurpação ser igual a DEUS. Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz. Filipenses 2:5-8.

I - JESUS, VERDADEIRO DEUS:

-A PRÉ-EXISTÊNCIA DE JESUS João começa o seu Evangelho com uma referência à Palavra (João 1:1), e com isso dá uma visão gloriosa de JESUS, que existia mesmo antes da criação do mundo (1:2). JESUS tomou parte no ato da criação (1:3). Entretanto, o nascimento de JESUS foi ao mesmo tempo um ato de humilhação e de iluminação. A luz brilhou, mas o mundo preferiu permanecer nas trevas (1:4-5, 10).

-A declaração “Filho de DEUS” (v.4). A expressão “Filho de DEUS”, conforme vimos na lição passada, é uma das revelações da divindade de JESUS (Jo 5.18, 10.33-36).

-O Senhor JESUS declarou “ser um com o Pai”; isso significa ser o mesmo DEUS e não a mesma pessoa (Jo 10.30).

-A divindade de CRISTO é ensinada em toda a Bíblia de maneira direta: “e o Verbo era DEUS” (Jo 1.1), “este é o verdadeiro DEUS e a vida eterna” (1 Jo 5.20) e, também, através dos seus atributos divinos, tais como onipresença, onipotência, onisciência, eternidade entre outros (Mt 18.20; 28.18; Jo 21.17; Hb 13.8).

-Esta Explícita em seu ministério terreno. JESUS nunca disse “eu acho”, “eu penso”, “eu suponho”; jamais afirmou não poder resolver este ou aquele problema. Para o Mestre, não há impossível. JESUS não somente declarou ser DEUS, mas revelou suas qualidades divinas, demonstrando seu poder sobre a natureza, o pecado, as enfermidades, o inferno, e a morte.  

-Os Evangelhos estão repletos de suas manifestações divinas e sobrenaturais (Lc 24.19; At 2.22) Claro exemplo disso é o fato de JESUS ter perdoado os pecados do paralítico de Cafarnaum (Lc 5.21,24) e, por diversas vezes, ter recebido adoração (Mt 8.2; 9.18; Jo 9.38). Ele afirmou ser o grande “Eu Sou”: “antes que Abraão existisse, eu sou” (Êx 3.14; Jo 8.58).

II - JESUS, VERDADEIRO HOMEM:

1- Nasceu da descendência de Davi segundo a carne” (v.3). Essa expressão, usada amiúde por Paulo, revela a identificação de JESUS com a humanidade.

O apóstolo empregou o termo “carne” com esse mesmo sentido em Romanos 9.5. Era conveniente que JESUS viesse ao mundo como homem; se assim não fora, não poderia sofrer e, por conseguinte, ser o Salvador da humanidade (Hb 2.17). Além disso, a Bíblia mostra a humanidade de JESUS, inclusive sua linhagem (Sl 22.22; Fp 2.6-11; 1 Tm 2.5; 2 Tm 2.8). Sua genealogia encontra-se em Mateus 1.1-17 e Lucas 3.2-38.

2. Características humanas. Os Evangelhos revelam que JESUS possuía atributos próprios do ser humano.

Embora gerado por ato sobrenatural do ESPÍRITO SANTO, o Mestre nascera de uma mulher (Mt 1.18,20; Lc 1.35) e teve irmãos e irmãs (Mt 12.47; 13.55-56). Sentiu sono, fome, sede e cansaço (Mt 21.18; Mc 4.38; Jo 4.6; 19.28). Sofreu, chorou, angustiou-se (Mt 26.37; Lc 19.41; Hb 13.12) e, por fim, passou pela agonia da morte.

Mas, ressuscitou glorioso, poderoso e triunfante ao terceiro dia (1 Co 15.3,4).

III - JESUS, O HOMEM PERFEITO:

1- O perfeito homem e o perfeito DEUS. Convém ressaltar que JESUS não é metade DEUS nem metade homem. Ele é o perfeito homem JESUS CRISTO (1 Tm 2.5), e o perfeito DEUS, em toda a plenitude “porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2.9).

2. O kenoticismo. A doutrina kenótica diz que JESUS não era DEUS quando esteve aqui na Terra. Afirmam isso, por interpretarem erroneamente, em Fp 2.7, o termo “aniquilou-se”, ou “esvaziou-se”, concernente a CRISTO. Esse “esvaziamento”, porém, não é de sua divindade, mas de sua glória. JESUS jamais “deixou no céu” a sua divindade para recuperá-la depois. É impossível a nós, seres frágeis, mortais e pecadores, encontrar nas Escrituras Sagradas a linha divisória entre a divindade e a humanidade de JESUS; trata-se de um mistério oculto aos seres humanos (1 Tm 3.16; Rm 9.20; Jó 9.3-14).

CONCLUSÃO:

Esvaziou-se de sua glória, mas não de sua divindade. Neste ponto precisamos descalçar os pés, pois estamos a pisar em território sagrado. O biblista William MacDonald já alertava sobre os perigos da interpretação do texto paulino onde se diz que Jesus “esvaziou-se [ou aniquilou-se] a si mesmo” (Fp 2.7). Há quem chegue ao absurdo de dizer que “Jesus deixou de ser Deus” ou, ainda pior, “que ele se tornou pecador como nós”[1]. Temos que cuidar para não reproduzir esses erros grotescos enquanto falamos da kenosis, isto é, a experiência de humilhação do nosso Senhor ao assumir a forma humana.

Ao afirmar que Jesus esvaziou-se a si mesmo, Paulo está nos ensinando que Jesus “ocultou sua glória por baixo de um corpo de carne humana” – como bem observou MacDonald. Segue este comentarista dizendo:

“A glória ainda estava lá, mas escondida, brilhando apenas em certas ocasiões, como, no monte da Transfiguração. Não houve um momento sequer, em toda a sua existência sobre a terra, em que ele ficasse sem os atributos da Divindade. (…) Ou seja, ele se esvaziou, assumindo uma coisa que nunca teve antes: a humanidade. Não pôs à parte sua divindade, e sim seu lugar nos céus, e isso ele fez apenas temporariamente”[2].

A “glória” (gr. doxa) de Cristo que ele pede em oração ao Pai que lhe torne a dar (Jo 17.5) era a posição exaltada nos céus, acima da humilhação terrena que ele experimentou ao vestir-se da humanidade. Sua oração foi atendida, pois, como disse Paulo, “Deus o exaltou soberanamente…” (Fp 2.9-11).

“É o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14a). Com essas magistrais palavras o discípulo amado sintetizou o mistério da encarnação e das naturezas divina e humana coexistindo na pessoa única de CRISTO. JESUS é DEUS, o Verbo, mas também é homem, pois “se fez carne e habitou entre nós”. Quão profundo é o mistério da encarnação de CRISTO JESUS! O Verbo, que, sem deixar de ser DEUS, se fez homem (Fp 2.6,7); o Rico que se tornou pobre (2 Co 8.9); o SANTO que abraçou a maldição da cruz (Cl 3.13); o Rei que se manifestou como servo (Fp 2.7), o Exaltado que “humilhou-se a si mesmo” (Fp 2.8). Como podes viver enclausurado na pequenez dos teus problemas? Acaso não sabes que o nosso Senhor JESUS CRISTO, “sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis” (2 Co 8.9). Levanta-te! Ergue a cabeça, a graça de JESUS te sustenta! NESSE TEMPO DE CORONA VÍRUS, NADA DE PÂNICO, DEUS ESTÁ NO CONTROLE DE TUDO.




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