A ousadia da criminalidade organizada mexicana parece n?o ter fim. S?o cabe?as cortadas e deixadas nas pistas de estradas movimentadas, jornalistas executados dentro de reda?es de jornais, chefes de pol?cia trucidados etc, etc, etc.

O presidente Felipe Cader?n n?o sabe mais como prosseguir com a ?guerra ?s drogas?, uma parceria com o ent?o presidente George W. Bush que n?o conta com a aprova??o de Barack Obama.

Para se ter id?ia, at? julho de 2010, a War on Drugs de Calder?n contou 28 mil mortes. Mais de 70% das v?timas capitais n?o tinham nenhuma liga??o com o tr?fico de drogas ou qualquer outra atividade criminosa.

Um dram?tico comunicado conjunto foi divulgado pela Confer?ncia Episcopal do M?xico e da Fraternidade das Igrejas Evang?licas mexicanas. Ou seja, padres e pastores viraram alvos de sequestros para fim de extors?o. O pre?o do resgate ? exigido do alto clero e dos dirigentes das igrejas evang?licas.

Fora isso, os cart?is exigem uma ?taxa de permiss?o? (igual ao pizzo que a Cosa Nostra cobra dos empres?rios italianos na Sic?lia) para cultos e missas. Sem o pagamento (pre?o da extors?o), nada de celebra?es. E os fi?is que enfrentam a proibi??o acabam por deixar as Igrejas debaixo de intenso tiroteio.

O comunicado conjunto cita casos concretos. Na prov?ncia de Michoacan, por exemplo, os cart?is exigiram dinheiro para permitir a realiza??o de uma tradicional festa religiosa. Em Tamaulipas, as missas foram suspensas para evitar promessas de ataques contra sacerdotes e fi?is.



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