Tracy Hermanstorfer estava no hospital, se preparando para o trabalho de parto, quando come?ou a sentir-se sonolenta. Recostou-se na poltrona e, sem que os m?dicos conseguissem achar o motivo, perdeu todos os seus sinais vitais: o cora??o parou de bater, ela parou de respirar e n?o havia press?o sangu?nea em seu corpo.
O marido, Mike, acompanhava todo o processo e ouviu dos m?dicos que o melhor naquele momento seria retirar o beb? atrav?s de uma cesariana. Mas, para sua segunda surpresa, Coltyn saiu da barriga de Tracy completamente sem sinal de vida. ?Senti que tudo o que eu tinha nesse mundo estava sendo tirado de mim?, relata Mike. Mas a terceira surpresa do dia foi que, depois de alguns instantes, os pequenos bracinhos da crian?a come?aram a se movimentar e ele, enfim, come?ou a respirar.
Uma equipe m?dica tratou de cuidar da crian?a rec?m-nascida enquanto outra ficou tentando reanimar Tracy, que estava sem batimentos card?acos. Misteriosamente e sem nenhuma explica??o, ela voltou ? vida momentos depois. ?N?o d? pra explicar porque o cora??o dela parou de bater e, alguns minutos depois, voltou ? vida. Fizemos uma investiga??o rigorosa e simplesmente n?o conseguimos entender o que aconteceu.?, explica Stephania Martin, m?dica especialista em medicina materno-fetal do Hospital Memorial Colorado Springs, nos Estados Unidos, em entrevista ao tabl?ide brit?nico Daily Mail. Ela era uma das m?dicas que estavam presentes na sala no momento do parto.
?Eu e minha mulher temos f? em Deus. Mas mesmo uma pessoa que n?o acredite em milagres n?o ter? argumentos para contestar o que aconteceu. N?o houve explica??o, ? a m?o de Deus?, diz Mike. Hoje com o pequeno Coltyn em seus bra?os, Tracy diz n?o se lembrar de nada do que aconteceu. Ela apenas se recorda de ser tomada por um sono muito forte, de ter adormecido e, quando acordou, estava na sala de terapia intensive. Quando seu beb? crescer e tiver idade suficiente para entender o que acontece, ela pretende contar-lhe tudo. ?Vou dizer que ele ? meu milagre. E est? aqui entre n?s?, diz.