O tenente-coronel Osman Vilela, comandante do 6? Batalh?o da Pol?cia Militar (BPM), com sede em Maragogi, e que tamb?m serve a Deus, liderou a opera??o que culminou na explos?o da mina naval encontrada, na ?ltima ter?a-feira (11), por trabalhadores da obra de saneamento naquela cidade. O artefato flutuante estava enterrado e, segundo especialistas, datava da Segunda Guerra Mundial.
Assim que foi comunicado pelos funcion?rios da empresa que trabalhavam na cidade, o oficial da PM ? que tamb?m ? auxiliar de trabalho na Assembleia de Deus em Maragogi, liderada pelo pastor Ednilson Barbosa ? decidiu imediatamente isolar a ?rea para evitar um acidente.
Para evitar o impacto na ?rea urbana, o esquadr?o anti-bomba do Batalh?o de Opera?es Especiais (Bope) levou a mina para ser detonada ? beira-mar, em uma regi?o distante do centro da cidade.
A bomba foi transportada em uma retroescavadeira para uma ?rea afastada ?rea urbana. O peso da mina era muito grande, de modo que o ve?culo teve dificuldades durante o percurso. Devido ao peso, o suporte de a?o come?ou a se romper e, temendo o pior, a Pol?cia procurou uma ?rea que julgou segura para colocar a mina. O artefato foi enterrado na areia da praia e detonado.
Por volta das 17h, a popula??o do munic?pio inteiro ouviu a explos?o, inclusive nos povoados mais pr?ximos. ?Eu estava em casa e ouvi o som da explos?o seguido de um leve tremor de no ch?o?, relatou o di?cono Gedilson Oliveira, correspondente do portal em Maragogi. Segundo ele, ningu?m se feriu, mas alguns danos foram causados em v?rias resid?ncias. Os estilha?os da mina quebraram alguns telhados.
A Capitania dos Portos informou que a Marinha do Brasil vai rastrear a costa mar?tima para descobrir se ainda h? outros artefatos flutuantes enterrados na regi?o. Os habitantes est?o assustados.
THIAGO GOMES
Rep?rter