Assembleia de Deus em Alagoas reforça conscientização sobre o câncer de próstata durante o Novembro Azul
Campanha destaca a importância do diagnóstico precoce, dos exames preventivos e da adoção de hábitos saudáveis para a saúde do homem
A Assembleia de Deus em Alagoas apoia a conscientização sobre a saúde masculina durante o Novembro Azul, campanha dedicada à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de próstata. A iniciativa busca incentivar os homens a buscar orientação médica e compreender que cuidar da saúde é uma atitude de responsabilidade com a própria vida e com a família. Com a mensagem “Vergonha é não se cuidar”, a mobilização reforça a importância de deixar o medo e a desinformação de lado para priorizar o bem-estar.
O câncer de próstata está entre os principais desafios da saúde masculina. A atenção deve ser redobrada a partir dos 50 anos, especialmente porque o risco aumenta com o avanço da idade. Homens com histórico familiar da doença, principalmente quando há parentes de primeiro grau, como pai ou irmão, precisam conversar com um profissional de saúde sobre os cuidados e a avaliação individual de risco. A orientação médica é fundamental para esclarecer dúvidas e definir a necessidade de exames, considerando o histórico e as características de cada paciente.
Entre os sinais que merecem atenção estão dificuldade ou dor ao urinar, aumento da frequência urinária, presença de sangue na urina e dores ósseas. Esses sintomas não significam necessariamente câncer de próstata, mas exigem avaliação médica. Além disso, a ausência de sinais não dispensa a conversa com um profissional de saúde, pois a doença pode evoluir sem apresentar sintomas nas fases iniciais.
A prevenção também passa pela adoção de hábitos saudáveis, como manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas e controlar o peso e o diabetes. O exame de PSA, realizado por meio de uma amostra de sangue para medir o nível do antígeno prostático específico, pode contribuir para a avaliação da saúde da próstata. A indicação dos exames deve ser discutida com o médico, que poderá orientar sobre benefícios, limitações e possíveis etapas de investigação.
A campanha reforça que a conscientização precisa alcançar as famílias, congregações e campos eclesiásticos da capital e do interior, incentivando o diálogo sobre a saúde do homem e a busca por atendimento profissional.