21 de novembro de 2017
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Estudos Bíblicos

09/04/2010

PSICOLOGIA| Os cinco sentidos: a porta de entrada do corpo, com Pr. Jailson

Estudo do pastor e psicólogo Jailson Nicácio mostra como o ambiente influencia o nosso comportamento


Jailson Nicácio

A Psicologia Ambiental ? uma disciplina que trata das rela?es entre o comportamento humano e o ambiente f?sico, ? com o aux?lio dela que podemos compreender a influ?ncia do meio no comportamento. Apesar de n?o ser t?o explorado, o campo da Psicologia Ambiental tem sido uma fonte esclarecedora no que diz respeito ? intera??o do homem com o meio ambiente. Jun Okamoto, mestre em paisagismo, explica que o homem ? constitu?do de dois universos, um exterior em constante processo de adapta??o ao meio e outro interior, cujo leitmotiv se exterioriza em a?es como resposta ? interpreta??o dessa realidade. N?o ? somente o biol?gico que se relaciona com o meio, pois cada indiv?duo possui a sua diferen?a particular, n?o apenas pelos fatores gen?ticos, mas pelos arqu?tipos e forma??o constru?dos ao longo do tempo, vale salientar que cada um de n?s tem uma experi?ncia diferente, ningu?m consegue entrar no mesmo rio duas vezes, as ?guas sempre se encontram em constantes transforma?es. Cada momento nos proporciona uma realidade diferente.

Jun Okamoto, apresenta outros fatores provenientes do tipo educa??o se constituem condicionantes que filtram as informa?es como o paradigma, a lateralidade cerebral, a modalidade de intelig?ncia, a cosmovis?o que d? ao homem a cren?a em seus valores pessoais, familiares, sociais e culturais. Isso porque as cren?as, os fatos em que se acredita, ? que fazem perceber a realidade. Quando nascemos n?o temos no??o do certo e do errado, n?o temos defini??o para maldade e bondade, somos introduzidos ent?o em uma cren?a de acordo com a sociedade que pertencemos e atravez destas informa?es que far?o parte da nossa personalidade, somos moldados na forma de ser, sentir e agir. Somos o que a sociedade deseja que sejamos, sentimos o que muitas vezes n?o gostariamos de sentir e agimos de acordo com as normas petinentes a esta sociedade. Ent?o surge a defini??o do anormal...mas, quem realmente ? anormal? Aqueles que se deixam moldados por uma sociedade ou aquele que deseja viver seus proprios sentimentos e rompem com as proposi?es esperadas pela sociedade?

Kant explica que o padr?o que liga o homem ao seu meio ambiente e ao contexto social ? determinado pela rela??o do homem perante a realidade, os est?mulos que provocam as sensa?es passam pela emo??o, pelo pensamento (cren?as) e utilizamos os princ?pios normativos, chegam ?s a?es e novamente, pelo mesmo processo, retornam ao sentimento que gerou a realidade. N?o se tem na mente a realidade absoluta, mas somente aquilo que ? percept?vel por meio dos fatos observados. E estes s?o decorrentes da aten??o diante do universo de pensamentos, da interpreta??o dos fatos ou eventos que ocorram no espa?o real.

O fato de se ter olhos abertos diante do meio ambiente n?o que dizer que se veja a realidade, pois a realidade ? concebida por meio de conceitos simb?licos, mitos, at? muitas vezes sua apreens?o requer uma profundidade de vis?o maior que a que normalmente se tem, afirma Okamoto. Se analisarmos dois indiv?duos, um oriental e um esquim?, em contato com a floresta amaz?nica, entenderemos que os olhares e as percep?es do ambiente ser?o completamente diferenciados, pois n?o basta o olhar, h? uma serie de informa?es adquiridas anteriormente que ser?o fatores importantes nesta realidade, pois o ser humano ? constitu?do dos fatores gen?ticos interagindo com o meio ambiente ( f?sico e s?cio-cultural).

Para Kant, o homem vive no mundo subjetivo, do sens?vel, do intelig?vel e da raz?o. Ainda, segundo Jun Okamoto, a consci?ncia humana ? formada de tr?s grandes faculdades: Sensibilidade, Entendimento e a Raz?o. Inicialmente, milhares de impress?es sens?veis bombardeiam os olhos e o sistema nervoso, de acordo com os mecanismos puramente f?sicos e fisiol?gicos, s? que essa impress?o chega como milhares de pequenos pontos instant?neos, sem nenhuma ordem e seq??ncia, como se fosse um pipocar ca?tico sobre os ?rg?os sens?veis. ? a? que entra em a??o, para receber bombardeios de impress?es, as formas da sensibilidade, que s?o o espa?o e o tempo.

A raz?o, que constitui a terceira e ultima faculdade, ? a faculdade das id?ias pela qual n?s podemos pensar a ess?ncia das coisas, dos n?meros, aplicando-lhes as categorias j? mencionadas. Temos a sensa??o do ambiente pelos est?mulos desse meio, sem se ter consci?ncia disso. Pela mente seletiva, diante do bombardeio de est?mulos, s?o selecionados os aspectos de interesse ou que tenham chamado a aten??o, e s? a? ? que ocorre a percep??o (imagem) e a consci?ncia (pensamento, sentido) resultando em uma resposta que conduz a um comportamento.

Thomas Reid, fil?sofo escoc?s, concebe duas fun?es para os sentidos, os externos que nos fazem sentir e perceber. Segundo ele, a sensa??o, tanto agrad?vel, quanto desagrad?vel, liga-se ? cren?a que desperta em n?s a exist?ncia desses objetos externos. ? soma dos dois elementos, concep??o dos objetos e cren?a na exist?ncia, Thomas Reid denomina de percep??o.

[...] todos os nossos ?rg?os do sentido tem caracter?sticas comuns: Possuem receptores que s?o c?lulas nervosas especializadas, capazes de responder a est?mulos espec?ficos. Recebem, transformam e transmitem, para o restante do sistema nervoso, grande numero de informa?es existentes no ambiente, na superf?cie e no interior do nosso organismo. (TIEDERMANN & SIM?ES, 1985, p. 5).

A palavra corpo ? uma das mais ricas da l?ngua portuguesa. O corpo sempre foi objeto de curiosidade por ser uma engrenagem misteriosa. Esse fato levou com que cada ?rea do conhecimento humano apresentasse poss?veis defini?es para o corpo como seu objeto de estudo. Plat?o definiu o homem composto de corpo e alma. A teoria filos?fica de Plat?o baseia-se fundamentamente na cis?o entre dois mundos: o intelig?vel da alma e o sens?vel do corpo. A alma ? detentora da sabedoria e o corpo ? a pris?o quando a alma ? dominada por ele, quando ? incapaz de regrar os desejos e as tend?ncias do mundo sens?vel. A parte do corpo, sede de nossos sentidos, encontra-se localizado no cerebro e ? dele que provem todos os comandos, tanto os perceptivos, quanto as respostas a esta percep??o.

A capta??o do meio externo ? realizada celulas aferentes encontradas nos org?os dos sentidos: vis?o, audi??o, oufato, gusta??o e tato, estes s?o portas de entrada das percep??o ambiental que ser? transmitida ao c?rebro atrav?s do sistema nervoso, repassando para o cerebro, o qual tendo em si informa?es previas, construidas ao longo do tempo, dar? ordem ao organismo. Por isso as pessoas tem sua maneira particular e propria de reagir uma dada situa??o, depender? dos conteudos subjetivos existenciais, do funcionamento do sistema nervoso e da operacionalidade dos sentidos, atrav?s dos seus receptores.

1 VIS?O - A luz penetra no olho pela pupila, o orif?cio na ?ris. O ajuste do tamanho da pupila em resposta a mudan?as na ilumina??o representa a acomoda??o entre a sensibilidade (capacidade de detectar a presen?a de objetos pouco iluminados) e a acuidade (capacidade de enxergar detalhes dos objetos). Quando o nivel de ilumina??o ? alto e a sensibilidade n?o ? importante, o sistema visual tira vantagem da situa??o, contraindo as pupilas. Quando s pupilas est?o contraidas, a imagem que chega a cada retina ? mais precisa e h? maior profundidade de foco. Atras de cada pupila, h? uma lente. Ela foca a luz que chega sobre a retina. Quando dirigimos nosso olhar para algo proximo, a tens?o nos ligamentos que seguram cada lente no lugar ? reduzida pela contra??o dos musculos ciliares: assim, a lente assume o seu formato cilindrico natural. Isso aumenta a capacidade da lente de refratar a luz e, focar objetos mais proximos de forma nitida. Quando focamos um objeto distante, os musculos ciliares relaxam. Nesse caso, a lente fica mais plana. O processo de ajuste da configura??o das lentes para focar imagens sobre a retina ? acomoda??o. ( JOHN PINEL, 2005, p. 158).

O aparelho visual ? t?o sensivel que ele mesmo cuida de sua propria conserva??o; Atrav?s das p?lpebras resguardam o olho das particulas suspensas no ar. Atrav?s de movimentos automaticos mantem a superficie externa do globo ocular sempre limpa e insenta de corpos estranhos, mas quando uma particula consegue romper esta prote??o, logo fica vermelho pela irrita??o de uma membrana de revestimento, chamada conjuntiva, bloquear a passagem deste corpo estranho. Al?m do mais as glandulas lacrimas liberam a l?grima que impede o ressecamento da conjuntiva. N?o podemos ter a mesma percep??o visual repedita, pois todas as vezes que fitamos alguma coisa por vezes seguintes, sempre haver? altera?es tanto no campo visual (objeto) quanto no campo organico e psicologico (em n?s mesmo). Al?m do mais, ninguem ver da mesma maneira que o outro, pois, o que contemplamos ? o que se encontra dentro de n?s, os detalhes que cada figura nos fornece encontra-se interagindo com os nossos conteudos internos.

2 AUDI??O - Para melhor entender o ouvido podemos dividi-lo em 3 partes: ouvido externo, ouvido m?dio e ouvido interno. O ouvido externo ? respons?vel pela capta??o do som, o m?dio pela condu??o e o interno pela transmiss?o do som ao c?rebro.

Em resumo, a audi??o ocorre da seguinte forma: o som ? captado pelo ouvido externo e conduzido para a membrana timp?nica, que leva a vibra??o para os oss?culos (martelo, bigorna e estribo). O ?ltimo oss?culo est? em contato com uma membrana que vibra e faz com que os l?quidos dentro da c?clea movimentem as c?lulas ciliadas, que transmitem o som para o nervo auditivo e, conseq?entemente, para o c?rebro.

H? muito tempo a fun??o auditiva tornou-se a base fundamental sobre a qual se construiu o complexo sistema da comunica??o humana. Por isso uma altera??o da percep??o auditiva sempre leva a problemas no desenvolvimento da fala, linguagem, leitura, na aprendizagem e at? na socializa??o de crian?as, adultos e idosos.

Vivemos em uma ?poca de polui??o, e uma das polui?es que mais tem se agravado nos ?ltimos dias ? a polui??o sonora. O excesso de autom?veis tomando conta dos tr?nsitos proporciona um barulho infernal, as musicas ouvidas pela nova gera??o ? um dos fatores que vem somar aumentando o ?ndice de defici?ncia auditiva, al?m dos casos de estresse e neuroses provocados pelos barulhos das maquinas e sirenes das fabricas nas grandes cidades. Pessoas que trabalham em locais barulhentos tendem a desenvolver defici?ncia auditiva tais como, Otoesclerose, Doen?a de M?niere, e descontrole emocional mais que outros que n?o se encontram exposto aos barulhos. OMS (1993) destacou que no Brasil cerca de 10% da popula??o geral, s?o portadores de defici?ncia. A defici?ncia auditiva de grau e etiologia variada, ocupa o terceiro lugar entre as defici?ncias existentes no pa?s.

Pesquisa realizada pelo Hospital Policlin revela que atualmente, milh?es de pessoas acima dos 3 anos de idade t?m alguma forma de perda de audi??o. Durante a maioridade, a condi??o afeta aproximadamente 3 por cento de homens e mulheres. Em geral, o risco de perda da audi??o aumenta com a idade. Entre 24 e 40 por cento dos adultos acima da idade de 65 anos t?m dificuldade para ouvir. Trinta por cento das pessoas acima dos 85 anos s?o surdas em pelo menos uma orelha. (www.polliclin.com.br/drpoli/063).

3 GUSTA??O - O paladar ? um dos cinco sentidos dos animais. ? uma capacidade que nos permite reconhecer os sabores de subst?ncias colocadas sobre a l?ngua. Na l?ngua, existem as papilas gustativas que reconhecem a subst?ncia e enviam a informa??o ao c?rebro. Mas o teto da boca (o palato) tamb?m ? sens?vel aos sabores. As papilas gustativas s?o estruturas compostas por c?lulas sensoriais que s?o capazes de discernir entre quatro sabores prim?rios, o amargo, o ?cido, o salgado e o doce. Cada subst?ncia excita um tipo de c?lula sensorial, que ? o que determina a sua percep??o de sabor.

O sentido gustativo e olfativo ? chamado sentidos qu?micos, porque seus receptores s?o excitados por estimulantes qu?micos. Os receptores gustativos s?o excitados por subst?ncias qu?micas existentes nos alimentos, enquanto que os receptores olfativos s?o excitados por subst?ncias qu?micas do ar. Esses sentidos trabalham conjuntamente na percep??o dos sabores. O centro do olfato e do gosto no c?rebro combina a informa??o sensorial da l?ngua e do nariz.

4 OLFATO - Pelo est?mulos dos epit?lios olfativos localizados no teto da cavidade nasal ? realizado o sentido do olfato. O epit?lio olfativo humano cont?m cerca de 20 milh?es de c?lulas sensoriais, cada qual com seis p?los sensoriais; um cachorro tem mais de 100 milh?es de c?lulas sensoriais, cada uma com pelo menos 100 p?los sensoriais. No homem e demais animais superiores, o ?rg?o olfativo se forma a partir de um espessamento epid?rmico situado na regi?o etmoidiana do cr?nio, a neurorecep??o somente ser? ativada ap?s as mol?culas das subst?ncias odor?feras serem dissolvidas no muco que recobre a membrana pituit?ria.

? imposs?vel desassociar a percep??o dos ?rg?os sensoriais, principalmente quando se trata do olfato. Sempre que passamos por uma experi?ncia relacionada ao odor, registramos em nosso c?rebro a experi?ncia relacionada ao cheiro e todas as vezes que sentimos este cheiro nos lembramos da experi?ncia. Se a experi?ncia foi agrad?vel teremos boa lembran?a e a necessidade de repetir, por?m se a experi?ncia foi desagrad?vel sentiremos o desejo de esquiva, na busca de escaparmos desta desagrad?vel experi?ncia. ? o exemplo do perfume de algu?m especial na nossa vida, todas as vezes que sentimos o cheiro, desejamos estar pertinho desta pessoa. Quando associamos o cheiro a determinado alimento, desejamos sabore?-lo. Por?m, ao sentirmos o cheiro de fio queimado ficamos incomodados e procuramos nos livrar, e assim por diante, temos em nosso c?rebro v?rios cheiros associados a diversas experi?ncias vividas no passado.

Porque um simples resfriado ? capaz de nos fazer perder a capacidade de perceber o aroma, quase que por completo? A corrente de ar que carrega as mol?culas odor?feras possui grande dificuldade em chegar ? zona olfativa da mucosa, devido ? grande quantidade de muco segregado.

5 TATO - Enquanto Arist?teles inclu?a a percep??o da temperatura e da dor, hoje em dia o termo ? mais utilizado para a percep??o da press?o por termina?es nervosas existentes na pele. Discute-se ainda o fato de existirem receptores nervosos diferenciados para v?rios tipos de press?o: press?o ligeira e intensa ou press?o breve e permanente - o que implicaria, talvez, a subdivis?o deste sentido noutros. A complexidade do estudo deste sentido aumenta se pensarmos que tamb?m existem receptores distintos que detectam a press?o visceral, como quando estamos de est?mago cheio; ou receptores end?crinos que proporcionam a sensa??o de "tens?o" - como quando apresentamos ansiedade ou se tomam subst?ncias como a cafe?na.

Para que n?s sejamos capazes de obter as percep?es t?teis existem na pele uma s?rie de termina?es nervosas e corp?sculos. Eles s?o os chamados receptores t?teis.

Corp?sculo de Vater Paccini - percep??o da press?o;

Corp?sculo de Meissner - percep??o do tato leve quando passamos ligeiramente as m?os por uma superf?cie, s?o eles os respons?veis pelas sensa?es que experimentamos;

Discos de Merkel - como os Corp?sculos de Meissner, captam toques leves;

Corp?sculo de Krause - percep??o do frio;

Corp?sculo de Ruffini - percep??o do calor;

Termina?es nervosas livres (nociceptores) - termina?es nervosas sens?veis aos est?mulos mec?nicos, t?rmicos e especialmente aos dolorosos. N?o formam corp?sculos. ? importante frisar que a dor que sentimos ? sempre igual podendo variar apenas em intensidade, logo, a dor que sentimos ao quebrar um bra?o ? igual a dor que sentimos quando recebemos um belisc?o variando apenas na intensidade. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Tato ).

Somos capazes de identificar um objeto ou uma pessoa utilizando apenas o tato, isto porque toda imagem armazenada na mente e relacionada aos est?mulos t?teis s?o invocadas no instante que as estimulamos. Assim, uma pessoa que perde a vis?o pode reconhecer algu?m ou alguma coisa utilizando o tato. Pesquisas cient?ficas comprovam que problemas al?rgicos podem est? associado a somatiza??o.

Ariane tem 19 anos e prepara-se para a primeira viagem ao exterior: vai passar um m?s em Londres, prestando servi?os a uma fam?lia em troca de hospedagem. Quando volta, sua m?e quase n?o a reconhece no aeroporto: o rosto da filha est? completamente coberto pela acne. Na tentativa de explicar a transforma??o na pele de Ariane, a m?e sugere tratar-se de uma rea??o ? mudan?a no card?pio e acredita que o retorno ? dieta habitual e o uso de cremes ir?o eliminar as espinhas. Mas isso n?o acontece. P?stulas e p?pulas permanecem. A culpa n?o ? dos h?bitos alimentares ingleses: em Londres, Ariane viveu uma intensa hist?ria de amor. Ao terminar o relacionamento, somatizou a ansiedade e o stress. Este ? um,dentre muitos exemplo de acne psicossom?tica. O dermatologista Roberto Bassi, professor de psicossom?tica da Universidade de Ferrara, na It?lia, estuda os efeitos da somatiza??o no maior ?rg?o do corpo, a pele, e afirma que a acne ? uma resposta defensiva ? ansiedade: ?O contato com outras pessoas costuma ser fonte de stress em adolescentes; as espinhas s?o ?libis para reduzir ocasi?es de socializa??o. O processo tem in?cio no c?rebro, onde um mecanismo hormonal lan?a o sinal que atravessa hipot?lamo e hip?fise, chega ?s gl?ndulas seb?ceas e ? pele, desencadeia a inflama??o e predisp?e a infec?es?. (Mente e c?rebro, reportagem edi??o 176, set/2007).



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