17 de outubro de 2018
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AD Alagoas / Lições Bíblicas

29/09/2018

Lição 14- ENTRE A PÁSCOA E O PENTECOSTES

Comentário da lição bíblica para o fim de semana com Pr. Jairo Teixeira Rodrigues


Texto: Êxodo 34.18-29

Introdução: O culto verdadeiro inicia no altar de holocaustos com fogo de DEUS presente no sacrifício de JESUS, passa pela lavagem na pia (lavagem da água pela Palavra - Ef), depois pelo candelabro com fogo de DEUS aceso para produzir luz e iluminar o caminho para DEUS que é JESUS, depois pela mesa dos pães que é o alimento de nossa alma, JESUS. Depois pelo altar de incenso com fogo que veio de DEUS, onde JESUS intercede por nós junto ao Pai. Somente depois é que se chega ao Santo dos Santos, na presença de DEUS. Lá o fogo de DEUS se encontra com o fogo de DEUS. Glória a DEUS. Só existe batismo com o Espírito Santo para os salvos. Entre a páscoa e o pentecostal existe a ressurreição e JESUS soprando sobre os discípulos e dizendo. Recebei o Espírito Santo. Passaram a ser filhos de DEUS. Mergulhados no Corpo de CRISTO. A páscoa é o sacrifício de JESUS e o Pentecostes é o batismo no ESPÍRITO SANTO. Entre eles está o ser batizado no corpo de CRISTO. O batismo o de Cornélio no Espírito Santo já foi uma confirmação de sua fé interior.

-Primeira páscoa.

14 do mês de Abibe. Calendário novo para Israel.

No dia que Israel saiu do Egito

-Sem a Páscoa, não há Pentecostes; e, sem o Pentecostes, a Páscoa perde a sua eficácia: somente a redenção em Jesus Cristo, que está junto ao Pai, traz o derramamento do Espírito Santo.

I. CRISTO, NOSSA PÁSCOA:

1.1. Definição: (Hb) Pesah: a passagem da escravidão à liberdade (etimológica e tipologicamente). A palavra portuguesa “Páscoa” é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, é chamada “Pêssach”, que significa: “saltar por cima”, ou “passar por sobre”. Esse nome surgiu em face do registro bíblico de que o anjo da morte, ou anjo destruidor, passou por sobre as casas marcadas com o sangue do cordeiro pascal, e matou os primogênitos do Egito: “E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito” (Êx 12.23 ver Dt 6.20-25).

1.2. O nome hebraico do mês que aconteceu a primeira Páscoa foi em Abibe, que significa “espigas verdes”. Corresponde a Março-Abril em nosso calendário. Durante o Exílio babilônico foi substituído pelo nome Nissã que significa “começo, abertura” (Ne 2.1). Ainda hoje o ano civil começa no outono, com a Festa das Trombetas (Lv 23.24; Nm. 29.1), chamado “Rosh hashanah” que significa “cabeça do ano”, “ponta do ano”, ou “início novo” (ano novo).

1.3. O registro bíblico nos mostra que a Páscoa era uma cerimônia familiar:“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família” (Êx 12.3). Quando a família fosse pequena demais deveria unir-se a outra. De acordo com a tradição judaica, a expressão “pequena demais” significava com menos de dez pessoas. Eles deviam calcular quanto cada um poderia comer e assim determinar se deviam se reunir com alguma outra família (Êx 12.4). O estrangeiro também poderia participar desde que fosse circuncidado (Êx 12.43-49).

1.4. Os participantes da Páscoa deveriam ter os lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. Conforme o registro bíblico, a festa da Páscoa deveria ser preparada com os seguintes elementos: um cordeiro ou cabrito, pães asmos, ervas amargas e o sangue do cordeiro que deveria ser aplicado na verga e nos umbrais da porta. Cada um dos componentes desta celebração tinha um sentido literal e espiritual (Êx 12.24-27). 

2. Cerimônia pascoal.

2.1. A cerimônia pascal é detalhada em Êxodo 12

2.2. Os hebreus não deviam jamais se esquecer dessa data (Êx 12.12)

2.3. Acontecia no décimo primeiro dia de cada mês com sacrifícios (Êx 12.6)

. Tudo devia ser com reverência (Êx 12.8)

3. Simbologia.

3.1. A Páscoa simboliza tanto a redenção de Israel como a dos gentios, pois, através de Jesus Cristo, ambos os povos fizeram-se um (1Co 12.13).

. Jesus é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29,36; Ap 5.6)

. O Senhor Jesus foi crucificado durante a celebração pascal (Mt 26.2).

. Ele é o nosso Cordeiro Pascal (1Co 5.7).

3.2. A simbologia redentora da Páscoa ganha vida e expressão na celebração da Santa Ceia (1Co 11.23-31).

II. O PENTECOSTES, A FESTA DAS PRIMÍCIAS.

1. Definição: Das sete festas comemoradas por Israel, três eram realizadas no primeiro mês (Abibe) do calendário judaico: Festa da páscoa (Êx 12.5; Lv 23.4-5; Dt 16.1); Festa dos pães asmos (Êx 12.8,18; 13.7; Lv 23.6-8); e, Festa das primícias (Lv 23.9-14). A celebração destas três festas é realizada entre os dias 14 e 22 do primeiro mês. A festa da páscoa (14 de Abibe) é um dia antes dos pães asmos (15 de Abibe) e dois dias antes das Primícias (16 de Abibe) (Lv 23.4-6). A Festa dos Pães Asmos era a continua- ção da Festa Páscoa (Lc 22.1) e durante essas duas, ainda tinha entre elas a Festa das Primícias. As três últimas festas eram reali- zadas no sétimo mês (Tishrei): Festa das trombetas (Lv 23.23-25); Festa do dia da expiação (Lv 23.26-32); e, Festa dos taber- náculos (Lv 23.33-44) e uma festa era realizada “no meio” (no mês de Sivan) que é a Festa de pentecostes (Lv 23.15-22) onde é celebrada durante sete semanas (49 dias) contadas a partir do primeiro dia depois da “páscoa”, ou seja, no 50o dia. Era uma fes- ta abrangente sem acepção de grau parentesco, raça, nação, idade, sexo ou statos social (Dt 16.9-11,14).

2. Esta festa é chamada “shavuot” que quer dizer “semanas” (Dt 16.16). Esta festividade possui alguns nomes diferentes: a) Festa das semanas que se refere a sete semanas após a oferta das primícias (Êx 34.22; Dt 16.10; 2Cr 8.13); b) Festa da colheita referindo-se à conclusão das colheitas de grãos (Êx 23.16), e por fim, c) Festa de pentecostes referindo-se ao período de cinquenta dias após a oferta das primícias que acontecia junto com a festa dos pães asmos (Lv 23.16-18).

3. A festa de pentecoste era uma festa basicamente agrícola que era celebrada no fim da primavera, quando a nova colheita de trigo era colhida (Êx 23.14-16). Como podemos ver, esta festa segue o mesmo princípio da Festa das Primícias que é o de agradecer a Deus por tudo que Ele tem providenciado, reconhecendo a sua bênção (Dt 16.10).

4. A Bíblia nos mostra que no dia da festa todas as atividades normais deviam ser suspensas a fim de que o povo se reunisse para uma “santa convocação” (Lv 23.21). Além do caráter de agradecimento, a festa tinha um propósito caridoso, pois as necessidades dos pobres e estrangeiros também deveriam ser lembradas nessa ocasião (Lv 23.22). Era celebrada cinquenta dias após a festa da Páscoa. E os objetivos na festa do Pentecostes (Dt 16.10; Rt 2.1-3). Era Louvar a Deus pela Sua suficiência e Exercer misericórdia e serviço social

2. O Cerimonial:

2.1. Todos eram convocados e apresentavam a Deus as primícias de suas colheitas (Dt 16.11)

. A cerimônia tinha início no exato instante em que a foice punha-se a ceifar a seara (Lv 23.21; Dt 16.9)

. No momento mais solene, o adorador “movia o molho perante o Senhor” (Lv 23.11).

3. A simbologia

3.1. As primícias representam as almas que apresentamos à Jesus

. Ele mesmo comparou o ganhar almas ao semear e ao ceifar (Mt 13.1-8,37; Jo 4.35).

III. O DIA DE PENTECOSTES

1. Cristo, O Cordeiro Pascal

1.1. O Senhor Jesus foi crucificado durante a Páscoa (Mt 26.2).

. Ele ressuscitou e recebeu autoridade (Mt 28.1-8)

. Ele é as primícias dos mortos, por ser Ele mesmo a ressurreição e a vida (Jo 11.25; 1Co 15.20-23).

1.2. Já ressurreto e prestes a ascender ao céu, o Senhor Jesus prediz a grande colheita que viria através da descida do Espírito Santo (At 1.8).

. Os discípulos deveriam esperar em Jerusalém a chegada do Consolador (Lc 24.49).

2. O Pentecostes do Espírito Santo

2.1. Passados cinquenta dias, desde a morte de Cristo, ocorrida na Páscoa, eis que os discípulos recebem o Espírito Santo em pleno dia de Pentecostes (At 2.1-4).

. Cheios do Espírito, falaram noutras línguas, enunciando aos peregrinos que visitavam Jerusalém, as grandezas de Deus (At 2.7-11)

3. As primícias da Igreja Cristã.

3.1. Como resultado da mensagem no dia de Pentecostes, quase três mil pessoas convertem-se (At 2.41).

. Dessa maneira, as primícias da Igreja Primitiva foram apresentadas a Deus Pai.

Conclusão: A páscoa simboliza o sacrifício de JESUS e o Pentecostes simboliza o batismo no ESPÍRITO SANTO. Entre eles está o ser batizado no corpo de CRISTO. O batismo de Cornélio no ESPIRITO SANTO já foi uma confirmação de sua fé interior. Sem a Páscoa, o Pentecostes seria impossível. E, sem o Pentecostes, a Páscoa não seria eficaz. Não podemos esquecer nossas raízes pentecostais. Que jamais deixemos de proclamar que Jesus Cristo batiza com o Espírito Santo e com o fogo (Lc 3.16). Só existe batismo no ESPÍRITO SANTO para os salvos. Entre a páscoa e o pentecostal existe a ressurreição e JESUS soprando sobre os discípulos e dizendo. Recebei o ESPIRITO SANTO. Passaram a ser filhos de Deus. Somente assim, dentro em breve, apresentaremos uma grande colheita, ao Senhor da Seara, em nosso país, na América Latina, na África, na Europa. Enfim, até aos confins da terra (Atos 1:8).



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