14 de dezembro de 2017
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AD Alagoas / Lições Bíblicas

30/11/2017

LIÇÃO 10 – O PROCESSO DA SALVAÇÃO

Comentário da lição Bíblica para o fim de semana com Pr. Jairo Teixeira


(Jo 3.1-7) 

INTRODUÇÃO 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

Prezado(a) professor(a), estudaremos a respeito dos tres aspectos da salvação: justificação, regeneração e santificação. Veremos que a fé no Filho de DEUS e no seu sacrifício nos proporciona a justificação diante de DEUS. Depois de justificados, somos regenerados e santificados mediante a ação do ESPÍRITO SANTO. Sem a atuação dEle não há salvação, justificação nem o processo de santificação.

No decorrer da lição, procure enfatizar que, como crentes em JESUS CRISTO, justificados, regenerados e santificados, devemos anunciar ao mundo as virtudes do Reino de DEUS mediante a nossa maneira de viver.

PARA REFLETIR – A respeito do processo da salvação, responda:

Quais são as consequências da justificação?

A justificação tem como consequência direta o perdão dos pecados, a reconciliação do pecador com DEUS, a segurança da salvação e a santificação da vida.

Qual é a necessidade da justificação?

A necessidade da justificação é para que nos encontremos justos e santos diante de DEUS, a fim de que sejamos participantes das bênçãos da salvação e para que o Diabo não acuse o crente dos pecados que CRISTO perdoou.

Qual é a distinção entre regeneração e conversão?

Regeneração é a ação divina de criar um novo homem, dando-lhe um novo coração, transformando-o em nova criação, tornando-o filho de DEUS e fazendo-o passar da morte para a vida. A conversão é a resposta humana à regeneração no processo de salvação, que é voltar-se inteiramente para DEUS; enquanto aquela é um milagre operado por DEUS na natureza humana, um fenômeno incompreensível à mente natural.

O que é a santificação?

A santificação é o processo pelo qual o crente se afasta (separa) do pecado para viver uma vida inteiramente consagrada a DEUS, desenvolvendo nele a imagem de CRISTO.

É possível ser santo de maneira absoluta?

As Escrituras revelam que devemos almejar e priorizar a santificação, pois a nossa natureza pecaminosa insiste em resistir a esse processo. DEUS anela pela santificação dos seus filhos, não por capricho divino, mas porque o pecado nos fere de morte e o nosso Pai de amor não quer ver os seus filhos feridos, mortos no pecado, pois isso contraria sua natureza amorosa. Às vezes achamos que podemos ser continuamente bons e santos (1 Jo 1.10). Na verdade, a nossa meta deve ser essa, mas não podemos deixar de reconhecer que somos simultaneamente justos e pecadores, ou seja, em CRISTO, DEUS nos vê absolutamente santos; no entanto, em relação à nossa natureza inclinada ao pecado, nossa santificação sofre revezes. Por isso é exigido um esforço pessoal e dependência contínua do ESPÍRITO SANTO para sermos santos.

Nesta lição falaremos sobre quais as benesses aplicadas na vida do que pecador, quando este recebe a salvação concedida por Deus por meio de Cristo Jesus; trataremos dos aspectos da salvação, a saber: justificação; regeneração e santificação.

I – ASPECTOS DA SALVAÇÃO 

A Bíblia não somente fala da providência da salvação como também da sua aplicação na vida do pecador arrependido. Pensar a respeito desse assunto nos leva a considerar a “ordo salutis” expressão latina que significa “ordem da salvação”, que é uma ordem lógica e não cronológica na qual experimentamos o processo de passar de um estado pecaminoso para o da plena salvação. Segundo o Pr. Antonio Gilberto (2008, p. 340) “a salvação no seu sentido objetivo, diante de Deus, não tem tempos, mas aspectos ou lados. Vejamos cada um destes aspectos separadamente: 

1.1 A justificação. É a mudança de posição externa e legal do pecador diante de Deus: de condenado para justificado. Pela justificação passamos a pertencer aos justos. Justificação é o tempo passado da nossa salvação, mas sempre presente em nossa vida espiritual (1 Co 6.11; Rm 3.24; 5.1; G1 2.16) (GILBERTO, 2008, p. 340). 

1.2 A regeneração. É a mudança de condição do pecador. É o milagre que se dá na vida de quem aceita a Cristo, tornando-o participante da vida e natureza divinas (1 Pe 1.3,23; 2 Pe 1.4; 1 Jo 3.9; 5.18). Através da regeneração, conhecida também como conversão e novo nascimento o homem passa a desfrutar de uma nova realidade espiritual” (ANDRADE, 2006, p. 317 – acréscimo nosso). 

1.3 A santificação. É a mudança de caráter. É um processo presente e contínuo por parte dos crentes, a fim de se tornarem semelhantes a Cristo (1 Co 1.2; 6.11; Hb 10.10; 12.14; 1 Pe 1.15,16; Ap 22.11). A santificação é o processo pelo qual Deus retira de nós o pecado de forma real (GEISLER, 2010, pp. 149,211). 

II – A JUSTIFICAÇÃO DO PECADOR 

Deus criou o homem justo, no entanto, quando Adão caiu tornou-se injusto, bem como todos os homens (Ec 7.20; Sl 51.5; 14.3; 143.2; Rm 5.18,19). Nessa condição, o ser humano não tinha condições de preencher os requisitos perfeitos da justiça divina, estabelecidos na Lei, visto que se tornou carnal (Rm 7.14). No entanto, Deus providenciou uma forma de tornar o homem justo aos Seus olhos, mediante o sacrifício de Cristo (2 Co 5.18-21). 

2.1 Como se recebe. Jesus ensinou que o homem é declarado justo diante de Deus não por obras, mas por fé (Lc 18.10- 14). Na prática absolveu o ladrão que estava a sua direita, que embora estivesse naquela condição porque seus feitos mereciam (Lc 23.41), professou arrependimento e fé na Pessoa de Jesus (Lc 23.42), e foi absolvido imediatamente (Lc 23.43). Depois de Jesus, Paulo foi o maior divulgador desta verdade. Ele ensinou que é no evangelho que se revela a justiça de Deus pela fé (Rm 1.17). Para o apóstolo, se constitui numa “boa nova” tanto para o judeu quanto para o grego saber que o homem pode ser declarado justo pela fé depositada em Jesus Cristo (Rm 3.21-24,28; 5.1; Gl 2.16; 3.24). Portanto, o homem é justificado pela fé e pela fé somente “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei” (Rm 3.28). 

2.2 Como ocorre. A Bíblia apresenta Deus como justo, mas também como justificador (Rm 3.26). A base da justificação só pode ser encontrada na justiça perfeita de Cristo, imputada ao pecador na justificação e apropriada pela fé (Rm 3.24; 5.9,19; 8.1; 10.4; 1Co 1.30; 6.11; Fp 3.9). Na justificação, Cristo não apenas tira de nós a nossa iniquidade, mas também nos reveste com a sua própria justiça (At 26.18; Rm 5.1-2; 1 Co 1.30; 2 Co 5.18-21; Gl 4.5). A justificação é uma necessidade para que o pecador arrependido tenha certeza absoluta de que está salvo, seguro, aceito por Deus. 

2.3 Onde ocorre. A justificação do pecador não se dá diante de tribunais humanos, pois estes não oferecem perdão. Ela ocorre diante de Deus que declara justo, um pecador arrependido, considerando que a justiça de Cristo lhe foi imputada (Rm 8.33,34). Jesus disse: “[...] quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24). Paulo também afirmou isso (Rm 8.1-a). Por isso, o julgamento que os crentes redimidos irão passar se refere ao Tribunal de Cristo onde serão avaliadas as nossas obras praticadas depois de salvos (Rm 14.10; 2 Co 5.10). Estamos livres de estarmos no Juízo do Trono Branco, pois nele só comparecerão os ímpios para serem condenados por causa dos seus pecados (Ap 20.11-15). 

2.4 Quais os frutos. O apóstolo Paulo descreve os frutos da justificação (Rm 5.1-12), os quais são: (a)paz com Deus (Rm 5.1); (b) acesso a graça (Rm 5.2); (c) esperança da glória (Rm 5.2-b); (d) salvo da ira (Rm 5.9); (e) reconciliação (Rm 5.10,11); e, (f) glorificação ( Rom.5.1-10)

III – A REGENERAÇÃO DO PECADOR 

Dentre as consequências que o pecado trouxe ao homem, a principal delas, foi a morte espiritual (Gn 2.16,17; 3.2,3; Rm 6.23). A morte espiritual é a separação espiritual de Deus (Is 59.2). Todo descendente de Adão, ou seja, toda pessoa nascida de forma natural desde o tempo da Queda, também está espiritualmente morto. Diante de tal situação espiritual de morte, faz-se necessário o homem nascer espiritualmente de novo. Portanto, a regeneração é uma necessidade universal (Jo 3.3,5). É por meio do novo nascimento que a imagem de Deus é restaurada no homem, o Espírito Santo passa a residir nele, produzindo as virtudes de Cristo, a medida que este se deixa conduzir pelo Espírito (Gl 5.22). 

3.1 Como se recebe. Paulo diz que o homem não regenerado “está morto em delitos e pecados” (Ef 2.1,5). Vale salientar que essa “morte” não é a incapacidade de corresponder ao chamado de Deus, mas a separação espiritual da presença dEle (Rm 3.23). Paulo disse que o homem nessa condição não compreende as coisas de Deus (1 Co 2.14). O pecador só pode ser vivificado, quando exposto a pregação da Palavra que ilumina o seu entendimento (Ef 1.18; 6.4; 2 Co 6.4), até então obscurecido pelo pecado (Ef 4.18) e pelo diabo (2 Co 4.4). No entanto, mesmo sendo iluminado, a pessoa pode optar por aceitarou rejeitar o plano da salvação (Mt 16.24; Jo 7.37; Ap 22.17). 

3.2 Como ocorre. A palavra regeneração no grego é “palinginesia” formada da expressão pálin”, “novamente”e “génesis”, “nascimento”significa portanto “novo nascimento”Segundo Beacon (2006, p. 49 – acréscimo nosso) a palavra traduzida como “de novo” é “anothen”que tem vários significados e um deles é: “de cima”. Portanto, este nascimento é de cima e não de baixo, não é físico, mas espiritual (Jo 1.13; 1 Pe 1.23). Esta operação é realizada por meio de dois instrumentos: (a) a Palavra de Deus (Jo 3.5; 1 Pe 1.23; Tg 1.18); e, (b) o Espírito Santo (Jo 3.8; Tt 3.5). 

3.3 Onde ocorre. A regeneração é um ato interno, ela acontece no interior do pecador. Segundo Macgrath (2010, p. 525) “a regeneração altera a natureza interior do pecador”. A Bíblia emprega várias figuras de linguagem para descrever o que acontece no novo nascimento (Dt 30.6; Jr 24.7; Ez 11.19; 36.26,27). Nestas passagens bíblicas o novo nascimento é comparado a uma “cirurgia interior”.Deixando claro que a regeneração é um ato divino operado pelo Espírito Santo no espírito do homem (Gl 5.16,17; Cl 3.5; 1 Pe 2.11; 2 Pe 1.4; 1Jo 3.9; 5.18). 

3.4 Quais os frutos. Embora a regeneração seja um ato interno, esta mudança interior, gera uma notável e visível mudança exterior. Eis alguns resultados do novo nascimento, segundo a Bíblia Sagrada: (a) o crente agora é nova criatura em Cristo e tudo se fez novo (2 Co 5.17); (b) o crente agora pratica atos de justiça (1 Jo 2.29); (c) o crente já não pratica o pecado como estilo de vida (1 Jo 3.9; 5.18); e, (d) O crente agora ama a Deus e ao homem (1 Jo 4.7; 5.18). 

IV – A SANTIFICAÇÃO DO PECADOR 

Quando caiu, Adão, perdeu a santidade que lhe foi comunicada por Deus (Gn 1.26; Ec 7.20). Seu caráter foi manchado pelo pecado. Todavia, a nova natureza implantada por ocasião do novo nascimento, leva o homem a agir, pensar, falar, e andar em santidade, não de forma mecânica, mas em cooperação com a sua vontade (Gl 5.16). 

4.1 Como se recebe. Assim como as demais etapas da salvação, a santificação também é recebida pela fé (At 26.18). Jesus compartilhou a Sua santificação para os seus (Jo 17.19). Paulo, por sua vez, asseverou também que a santificação de Cristo nos foi concedida (1 Co 1.30). 

4.2 Como ocorre. Como o pecado atingiu o homem em todas as áreas: espírito, alma e corpo, se fazia necessário também que a santificação atingisse todo o seu ser (1 Ts 5.23). Biblicamente esta santificação ocorre de duas formas: 

4.2.1 Santificação posicional (imputação). Deus nos conferiu santificação de forma posicional: “em Cristo” (1 Co 1.2; 6.11; Ef 1.4; Fp 1.1; 4.21; Cl 1.2). A santificação sob este aspecto é perfeita, completa e instantânea “em Cristo”, mediante a fé (At 26.18). Ela ocorre por ocasião do novo nascimento, sendo simultânea com a justificação (1 Co 6.11; G1 2.17-a). 

-Uma consequência da salvação.A santificação é o processo pelo qual o crente se afasta (separa) do pecado para viver uma vida inteiramente consagrada a Deus, desenvolvendo nele a imagem de Cristo (Rm 8.29). É um processo de cooperação entre o crente e o Espírito Santo que se inicia no momento da justificação do salvo, isto é, Deus vê o crente como santo, ainda que a santidade dele precise ser aperfeiçoada (Ef 4.12). No processo de conversão, a santificação é outorgada ao cristão porque Deus o vê santo, separado e amado por Ele, o nosso Pai (Cl 3.12). Nesse sentido estamos firmados em Cristo e os pecados não têm mais lugar em nossas vidas (1 Jo 3.6). A Palavra de Deus demonstra enfaticamente que a nossa salvação não é um fim em si mesma, antes é o início da vida cristã, através da qual nos tornamos filhos de Deus e progredimos em santificação até à consumação de todo propósito de Deus em nossa vida. Devemos estar atentos para o fato de que a salvação (justificação, regeneração, união com Cristo), não é a linha de chegada da vida cristã; antes, é o ponto de partida. Um dos maiores desafios da vida para o cristão resume-se numa única pergunta: “Como viver de forma santa num mundo de tanta corrupção, podridão moral e apelos sexuais?”. Diante de tudo isso, fica difícil para o homem tomar decisões morais e éticas sob o prisma da santidade, vivendo em um mundo dominado pelo pecado e por operações malignas. Sem o Espírito Santo seria impossível andarmos em santidade. Em “1Pe 2.9-10 “Vós, porém,” nos versículos 1 a 8 Pedro estabelece um contraste entre aqueles que obedecem à Palavra e os que não obedecem a ela; entre os que aceitam e os que rejeitam a Cristo (1Pe 1.22; 2.8). Daí o motivo de ele começar o versículo 9 com uma conjunção adversativa – “porém”. Somos escolhidos para fazer parte do Reino de Deus, da nação santa, fomos eleitos pelo próprio Senhor! Temos um papel importante na história do mundo. Estamos aqui para declarar louvores a Deus àqueles que não O conhecem, para que possam receber o Seu amor e a Sua Graça, pois o Senhor nos tirou do mundo de trevas e escuridão e nos trouxe para Sua maravilhosa luz. “A palavra nação refere-se a um grupo de pessoas, isto é, um conjunto de pes­soas que pertencem a uma comunidade humana por falarem a mesma língua e compartilharem uma cultura e uma história comum. (Shedd, ob. cit., p.46). Aos Efésios, o apóstolo declarou que a igreja tem “um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Ef 4.5-6). Sendo assim, a igreja compartilha de muitas coisas em comum e, por isso, pode ser chamada de nação. Essa nação é “santa” porque o Deus que a escolheu é Santo. A ideia bíblica de santidade de Deus é dupla. Primeiro, Ele é absolutamente distinto de todas as Suas criaturas e exaltado sobre elas em infinita majestade (Ec 5.2); segundo, Ele não tem comunhão com o pecado (Jó 34.10; Hc 1.13; 1Jo 1.5). Desde há muito o Senhor vem dizendo ao Seu povo que Sua vontade é que ele seja santo – separado (Lv 19.1-2; 2Co 6.14-7.1; 1Ts 4.3; 1Pe 1.13-16).

4.2.2 Santificação progressiva (cooperação). A santificação também faz parte de um processo, que envolve a participação humana (Ap 22.11). Por isso, diversas vezes encontramos o verbo santificar no imperativo, indicando uma ordem divina ao homem (Lv 20.7,26; 2 Tm 2.21; Hb 12.14; Tg 4.8; 1 Jo 3.3). Esta santificação é possível mediante o sangue de Cristo (1 Jo 1.7); o Espírito Santo (Rm 8.1; 1 Co 6.11; 1 Pe 1.22); e, a Palavra de Deus (Sl 119.9; Jo 17.17). 

4.3 Onde ocorre. A santificação deve ocorrer em “todo o vosso espírito, e alma, e corpo” (1 Ts 5.23). Isso significa que devemos ser santos em nosso viver, e em nossa conduta — isto é, em nosso caráter, internamente —, e em nosso proceder, externamente (1 Pe 1.15). 

CONCLUSÃO 

Como é maravilhoso experimentar a salvação em CRISTO JESUS! Todavia, o melhor está por vir. Quando Ele voltar para buscar a sua Igreja, haveremos de experimentar a salvação em toda a sua plenitude. Conforme ensina o apóstolo Paulo, os salvos seremos transformados num abrir e fechar de olhos ante o toque da última trombeta. E, assim, estaremos para sempre com o Senhor. Aleluia! Você já experimentou a salvação? Aceite a CRISTO imediatamente. A salvação é uma dádiva divina que quando aplicada ao pecador lhe proporciona a justificação (mudança de posição); a regeneração (mudança de condição); e, a santificação (mudança de caráter). 

REFERÊNCIAS 
ANDRADE, Claudionor de. Dicionário TeológicoCPAD. 
GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. CPAD. 

GILBERTO, Antonio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.

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